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Flora del Cono Sur · Ficha del taxón

Pavonia distinguenda A. St.-Hil. & Naudin [Familia Malvaceae]

Para la Flora del Cono Sur es Aceptado
Pavonia distinguenda

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Descripción y datos generales

Publicación original
A. St.-Hil. & Naudin. (1842). Ann. Sci. Nat. Bot., sér. 2, 18, 42.
Status
Nativa
Hábito
Subarbusto
Ciclo de vida
Perenne
Descripción morfológica

Arbusto erecto hasta de 2 m de altura, cubierto de una pubescencia tomentoso-velutina. Estipulas subuladas, 2-3 mm de largo. Lamina oval-lanceolada o subtriangular, base sagitada con lóbulos basales redondos o agudos, 5 × 2 cm, hasta 9 × 2,5 cm, margen serrado-crenado, sin pelos glandulosos. Flores solitarias, agrupadas hacia el extremo de las ramas. Pedúnculos de 1,5-4 cm de largo. Bracteolas 5, soldadas 1 mm en la base, oblongo-lanceoladas, a veces algo ensanchadas en el ápice, 9,5-11 × 3-4 mm, muy pubescentes, con pelos más largos hacia la base, cara interna pubescente solo en el ápice. Cáliz de 9-10,5 mm de largo, lóbulos aovados, 8 × 3,5-4,5 mm, 5-nervados, cara externa lanosa, cara interna glabra y con pelos muy pequeños en el margen. Pétalos rojos, mancha basal, nervaduras violáceas, 25 × 20 mm, una con pétalos, largos en los bordes, el resto de los pétalos cubierto de pelos glandulosos. Tubo estaminal de 7 mm de largo, dentado en el ápice, con pelos glandulosos. Estambres libres en el tercio medio del tubo. Estilos pubescentes, sobresaliendo 2 a 4 mm del tubo estaminal. Carpelos 4,5 × 3,5 mm, levemente -pubescentes, no aristados, tuberculado-rugosos y con la nervadura media hendida. Semillas lisas, con 2 mechones de pelos. Cromosomas: 2n = 56. [Arbustos eretos de até 2,5 m de altura; ramos tomento- so-ferrugíneos a velutino-ferrugíneos. Folhas com lâmi- nas subtriangulares, ovado-lanceoladas ou oblongo-lan- ceoladas, 1,5-9 x 0,7-2,5 cm, base hastada, truncada ou sagitada, 5-7 nervuras basais, face adaxial com tricomas simples bifurcados e estrelados, às vezes esparsos outras vezes tomentosos, face abaxial estrelado-tomentosa e ferrugínea; estípulas lineares, 3-6 mm compr. Flores axilares solitárias; pedicelos 1-3,5 cm compr.; epicálice com 5 bractéolas, geralmente obovadas, às vezes elípticas ou estreitamente elípticas, 7-11 x 2-5 mm; corola branca a branco-rosada, com as nervuras vináceas, mais visíveis na face abaxial e mancha basal vinácea na face adaxial das pétalas, 2,2-3 x 2-3 cm, tubo estaminal 8-11 mm compr. Mericarpos 4-5 x 3-3,5 mm, tuberculados, às vezes alguns tubérculos agudos, com nervura média fendida longitudinalmente, pubescentes, múticos, raro levemente apiculados.]

Material tipo

Brasil. Rio Grande do Sul. Sin localidad consignada, 1833, C. Gaudichaud [1244] (holotipo, P 02285716, P 02285717, foto Serie Field Mus. 35484; isotipos, F 0063004F, fragmento)

Distribución

Distribución y hábitat

Especie que vive principalmente en Uruguay y en Rio Grande do Sul; también fue coleccionada en Misiones y en el E de Entre Ríos. En la Barra de Santa Lucia (Uruguay) crece en bañados de suelo arenoso, en matorrales arbustivos, junto con P. rosengurttii. [Distribuição geográfica: Argentina (Misiones, Cor- rientes e leste de Entre-Rios), Uruguai e Brasil nos esta- dos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde é encontrada nas 11 regiões fisiográficas do estado. A espécie é muito comum na Depressão Central, na Encosta Inferior do Nordeste e na Encosta da Serra do Sudeste. Habitat: Biomas Mata Atlântica e Pampa, onde vive em banhados e outros locais com pouca drenagem, po- dendo também ser encontrada em capoeiras. É uma das espécies do gênero mais comuns no Estado.]

Elevación sobre el nivel del mar

Elevación mínima
0 (m s. m.)
Elevación máxima
700 (m s. m.)

Distribución por país

Argentina

  • Corrientes
  • Entre Ríos
  • Misiones

Brasil

  • Paraná
  • Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina

Uruguay

  • Canelones
  • Rivera
  • San José

Sinonimia (5 sinónimos)

El nombre aceptado actualmente para la Flora del Cono Sur es Pavonia distinguenda A. St.-Hil. & Naudin.

Referencia bibliográfica:

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R.E. Fr.1908Kongl. Svenska Vetensk. Acad. Handl.
42(12) · 61
Fryxell1999Fl. Neotrop. Monogr.
76 · 123
Gürke · var. R.E. Fr.1908Kongl. Svenska Vetensk. Acad. Handl.
42(12) · 60
Gürke1892Fl. Bras.
12(3) · 501
Gürke · var. Gürke1892Fl. bras.
12(3) · 501

Ilustraciones

Fotos de campo

Pavonia distinguenda
Pavonia distinguenda A. St.-Hil. & Naudin
Pavonia distinguenda
Pavonia distinguenda A. St.-Hil. & Naudin
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Referencias bibliográficas por País

Argentina (1 cita)

Brasil (5 citas)

Uruguay (1 cita)

Detalle de la referencia bibliográfica

Vouchers — Ejemplares examinados

Argentina (2 ejemplares de herbario)

  • (SI)

    Argentina · Corrientes · Estancia Garruchos, potrero Puente

  • (LIL)

    Argentina · Misiones · Arroyo Persiguero

Brasil (4 ejemplares de herbario)

  • (C, CTES, TEX)

    Brasil · Rio Grande do Sul · near Restinga Seca, in dried-out swamp

  • (SI)

    Brasil · Rio Grande do Sul · Caí

  • (CAS)

    Brasil · Santa Catarina · Mafra

  • (SI)

    Brasil · Rio Grande do Sul · São Salvador, Santo Inácio

Uruguay (1 ejemplar de herbario)

  • (CTES)

    Uruguay · Canelones · Arroyo Solís Grande

Colecciones de referencia

Registros de herbario determinados actualmente con este nombre.

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3942ArgentinaCorrientesPaso de los Libres11/11/1980
16462ArgentinaMendozaEstancia El Sosneado23/01/1943
21599ArgentinaCorrientesEstancia Garruchos, potrero Puente11/02/1972
21729ArgentinaCorrientesPuente Internacional19/02/1972
1775ArgentinaEntre RíosConcepción del Uruguay, en las orillas del arroyo Cupaleu00/03/1879
60526ArgentinaCorrientesEa. Zavé Retá,ruta19/12/1962
23748ArgentinaCorrientesEa. Timbó02/03/1983
27620ArgentinaCorrientesPlayadito, 6 Km de Colonia Garabí24/02/1993
3507ArgentinaEntre RíosMojones norte, camino rural
15902BrasilRio Grande do Sulnear Restinga Seca, in dried-out swamp21/01/1994
5238BrasilSanta CatarinaMafra
11151UruguayCanelonesArroyo Solís Grande

Estado de conservación

Sin datos de conservación registrados en Flora Vascular Argentina.

Fuente: Flora Vascular Argentina.

Notas y observaciones

Floração/Frutificação: floresce e frutifica de outubro a abril. Pode apresentar flores cleistógamas, segundo Krapovickas & Cristóbal (1962), não observadas em campo no presente estudo. Observações: Pavonia distinguenda é uma espécie que ocorre em banhados, habitat também de P. rosengurttii e de P. betonicaefolia. A primeira é rara e ocorre apenas no Litoral Sul (Pelotas e Rio Grande), e difere por apresentar cálice com nervuras púrpuras e mericarpos fortemente reticulados que podem formar duas linhas laterais, sendo tuberculados em P. distinguenda. As diferenças com P. betonicaefolia já foram comentadas nas observações desta última espécie. A espécie P. pedersenii é aqui si- nonimizada a partir da observação do isótipo depositado no herbário CTES, onde se pôde observar claramente as bractéolas obovadas do epicálice, os mericarpos tuber- culados, o indumento estrelado-tomentoso e ferrugíneo, o formato das folhas, além da coleta ter sido realizada em banhado. O isótipo de Corrientes contém ainda uma duplicata de uma segunda espécie, P. xanthogloea, sob o mesmo número. Foi ainda observada a imagem do holótipo de P. pedersenii disponível no site do herbário TEX, quando foram averiguadas novamente as mesmas características diagnósticas da espécie P. distinguenda.

Ejemplar de herbario